GPaniz
A assistência técnica era conduzida com forte dependência de registros em papel e controles manuais. Abertura de chamados, informações do atendimento e acompanhamento do que havia sido executado nem sempre permaneciam concentrados no mesmo histórico. Também existia pouca padronização nas rotinas administrativas associadas ao serviço, como cobrança e emissão de notas, o que dificultava para a gestão acompanhar com clareza a situação de cada atendimento, os valores envolvidos e o retorno dado ao cliente. Despesas de campo, como pedágios e quilometragem, além de anexos e evidências técnicas, também precisavam ser controladas de forma mais estruturada.
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